Introdução
O presente trabalho de campo foi realizado nos dias 17 e 18 de outubro de 2009, como parte integrante das Disciplinas Geografia do Brasil e Biogeografia, tendo como objetivo principal, analisar as questões pertinentes à Tríplice Fronteira e também as questões biogeográficas locais.
Em um primeiro momento, iremos trabalhar com a região da Tríplice Fronteira, ressaltando as diferenças culturais, estruturais e econômicas das três cidades, Foz do Iguaçu, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu, localizadas no Brasil, Paraguay e Argentina, respectivamente.
Posteriormente trabalharemos com algumas considerações sobre a Usina Hidrelétrica de Itaipu, em seus condicionantes geopolíticos e econômicos. Também mencionaremos alguns pontos a respeito da biodiversidade local, principalmente sobre as medidas mitigatórias realizadas após o represamento do Rio do Paraná.Por ultimo, trataremos das Cataratas do Iguaçu, em suas perspectivas turísticas e de biodiversidade.
1.1 – Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu é um município paranaense localizado no oeste do Estado, mais precisamente na região da Tríplice Fronteira. Com cerca de 320 mil habitantes, Foz faz divisa com a cidade argentina de Puerto Iguazú e a cidade paraguaia de Ciudad del Este.
A principal atividade econômica da cidade é o turismo. Segundo o Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR) e Fundação Instituto de Pesquisas econômicas (FIPE), nos anos de 2006 e 2007, Foz do Iguaçu foi o 2º destino mais visitados por turistas estrangeiros, ficando atrás somente do Rio de Janeiro. Isto se deve aos seus atrativos variados, principalmente às suas belezas naturais, destacando-se as Cataratas do Iguaçu, o Parque das Aves além da usina hidrelétrica de Itaipu, entre outros.
Uma característica marcante da cidade é a sua diversidade cultural que conta com 80 nacionalidades, sendo que encontra-se na cidade um templo budista e uma mesquita.
Devido a sua posição estratégica, vem a ser uma das mais importantes cidades para o MERCOSUL, atuando enquanto porta de entrada do Brasil.
Quanto a análise que nos coube sobre a estrutura urbana de Foz do Iguaçu, foram realizadas algumas considerações sobre um conjunto de quadras localizadas nos arredores do Hotel San Diego, ponto de saída de todos os grupos.
1 – A Tríplice Fronteira
A Tríplice Fronteira Brasil – Paraguay – Argentina vem a ser um dos marcos da geopolítica mundial, pois abrange a fronteira de três países que expressam suma importância no equilíbrio político da região.
Separando três países com processos coloniais, culturais e econômicos tão diversos, a Tríplice Fronteira é um marco emblemático entre estes países, devido a própria Divisão Internacional do Trabalho notada para cada um desses.
Em cada fronteira, é notado ações diferentes, pois cada uma possuiu uma dinâmica própria, devido aos fluxos que são notados.
Na Aduana entre o Brasil e Paraguay, quando da entrada no país vizinho, pouco ou nenhuma fiscalização é notada. Mas em sentido contrário, devido as características econômicas de Ciudad Del Este, a fiscalização é intensa, pois a Ponte da Amizade se apresenta como um elo de entrada de contrabandos e tráfico, seja de drogas, armas e pessoas, ao Brasil.
Entretanto, na Aduana entre Brasil e Argentina, mesmo com um fluxo de pessoas menores que a anterior, a fiscalização em ambos os lados é intensa, sendo notado o controle fronteiriço entre os dois maiores países da América do Sul.
Mapa 1: Tríplice Fronteira.
Não podemos deixar de mencionar um marco importantíssimo nesta região, que vem a ser a Usina de Itaipu, que possui uma estrutura Binacional entre Brasil e Paraguay, e representa uma “ameaça” a Argentina, devido a sua localização e construção.
Mapa 2: Localização das quadras de análise para cada grupo.
Sendo-nos o Grupo 2, coube a analise das quadras localizadas entre as Ruas Eng. Rebouças, Xavier da Silva, Castello Branco, Mal Deodoro e Santos Dumont. A seguir, trataremos das observações realizadas quanto as estruturas notadas nestas localidades.
São ruas de aproximadamente 10 metros de largura, bem sinalizadas, apresenta calçamento de cimento inclusive com algumas calçadas com faixas em alto relevo para facilitar o trânsito de deficientes visuais. As edificações são de alvenaria e com alinhamento predial.
Rua Marechal Deodoro – Entre Rua Engº. Rebouças e Xavier da Silva
Presença de algumas lixeiras.
Não há poços.
Há rede coletora de esgoto.
Presença de Hidrômetros.
Bem arborizada.
Baixo nível de infiltração de águas pluviais devido ao calçamento intenso.
Sinalização de trânsito adequada tanto com pintura na pista como placas.Apresenta atividade comercial (sacolão, hotel, restaurante, lojas).
Presenças de terrenos vazios e ociosos.
Rua Engº. Rebouças – Entre Rua Marechal Deodoro e Castelo Branco
Presença de algumas lixeiras.
Rede coletora de esgoto.
Presença de Hidrômetros.
Bem arborizada.
Edifícios de alvenaria.
Figura 2: Rua Eng. Rebouças. Foto: Ricardo M. Venturelli – 17/10/2009
Boa sinalização de trânsito.
Apresenta algumas calçadas inapropriadas para o trânsito de pedestres, principalmente para cadeirantes por conter obstáculos. Há semáforos em seus cruzamentos.
Presença de uma Central de Distribuição dos Correios.
Rua Xavier da Silva – Entre Rua Marechal Deodoro e Rua Castelo Branco
Edificações de alvenaria, mesclando atividade comercial com residências.
Sede do PDT e PMDB.
Rede coletora de esgoto.
Hidrômetros.
Figura 3: Rua Xavier da Silva. Foto: Ricardo M. Venturelli – 17/10/2009
Sem lixeiras.Apresenta duas calçadas com alto relevo (faixas) para deficientes visuais.
Bem sinalizada.
Fluxo maior de veículos.Apresenta áreas para infiltração de águas pluviais em algumas calçadas.
Rua Castelo Branco – Entre Rua Xavier da Silva e Engº. RebouçasEdificações de alvenaria, mesclando atividade comercial com residências.
Presença de terrenos vazios.
Rede coletora de esgoto.
Hidrômetros.
Figura 4: Rua Castelo Branco. Foto: Ricardo m. Venturelli – 17/10/2009
Sem lixeiras.
Apresenta duas calçadas com alto relevo (faixas) para deficientes visuais.
Bem sinalizada.
Baixo fluxo de veículos.
Destaca-se a presença de bares e um hotel.
Rua Santos Dumont – entre as ruas Eng. Rebouças e Xavier da Silva
Calçada com sinalização para deficientes visuais.
Em todas estas quadras há um número considerável de hotéis e restaurantes, contrastando com a presença de uma garagem de ônibus. Existem também uma variedade de padrões residenciais, de vários índices econômicos, desde casas de madeira até casas luxuosas.
A arborização presente remonta a algumas árvores plantadas nas calçadas das casa, que não possuem lixeiras para a coleta.
A rua Xavier da Silva vem a ser a de maior fluxo de veículos e pessoas, apresentando boa sinalização e semáforos.
O bairro em que estão inseridas estas quadras apresenta ser um bairro de classe média, assim, a presença de hotéis e restaurantes em uma região “tranqüila”.
A estrutura e as características destas quadras são diversas de outras áreas, como nas zonas de fronteira, ocorrendo a diferença de paisagem urbana.
1.2 – Ciudad Del Este
A Ciudad Del Este é conhecida como um importante centro de compras, pois possui diversos shoppings de artigos eletrônicos. É um importante destino para muitos comerciantes brasileiros, que adquirem os produtos mais baratos e revendem no Brasil.
O preço baixo dos produtos eletrônicos se trata de uma política fiscal do Governo do Paraguay, o que acaba por influenciar a economia, principalmente informal, em varias regiões do Brasil.
Muitas das lojas desta cidade emitem nota fiscal, mas a informalidade é a principal marca da economia local, devido a presença de inúmeros vendedores ambulantes. Devido as estas características comerciais, a sonegação fiscal acaba por ser uma prática comum, o que exige das autoridades brasileiras uma fiscalização rígida na Aduana brasileira.
Figura 5: Aduana Brasil-Paraguay. Foto: Ricardo M. Venturelli - 17/10/2009
A estrutura urbana de Ciudad Del Este não vem a ser a das melhores, prejudicando o intenso fluxo de pessoas e veículos, principalmente nas ruas onde estão localizados os principais centros comerciais.
É notada pelas ruas a presença de sujeira e água empoçada. A falta de higiene é presenciada em muitos estabelecimentos e ruas, até naqueles onde são servidos refeições.
Figura 6: Aspecto urbano de Ciudad del Este. Foto: Ricardo M. Venturelli - 17/10/2009
Quanto a segurança, notamos a presença de poucos policiais, mas um demasiado número de segurança privada, que possui um armamento pesado. Isto remete a baixa presença do Estado paraguaio em detrimento de uma policia particular e armada.
Já na questão social, é presenciado um alto índice de crianças que trabalham no comercio informal, nas ruas da Ciudad Del Este são encontradas crianças que vendem desde meias a alimentos, mas que certamente, em alguns lugares, estão a serviço do tráfico de drogas, armar e prostituição infantil.
Ciudad Del Este tem a sua marca registrada pelo comercio de artigos eletrônicos, principalmente à brasileiros, apresentando a segunda maior população do Paraguay, mas a maior receita econômica deste país.
1.3 – Puerto Iguazú
Esta é a cidade menos populosa da Tríplice Fronteira, e a sua inserção econômica se dá principalmente pelo turismo, devido as Cataratas do Iguaçu e a inúmeros Cassinos.
A fiscalização da fronteira é rígida, sendo exigida a apresentação de documentos para o ingresso na Argentina, o que não é notado no Paraguay. Contudo, esta é a área de fronteira com menor movimentação e por isso a que se encontra mais bem cuidada.
A principal movimentação de veículos são de carros brasileiros que se destinam a Argentina para abastecer, pois o preço do combustível é infinitamente mais vantajoso.
A estrutura urbana de Puerto Iguazú é marcada por ruas limpas, mas não tão bem sinalizadas, uma vez que o arruamento não segue o padrão da malha xadrez.
Figura 7: Placa na entrada da Argentina. Foto: Ricardo M. Venturelli - 18/10/2009
Durante a noite, as ruas centrais são bem movimentas, visto a presença de Cassinos e bares, que atraem vários brasileiros em busca desse divertimento. O fluxo de pessoas é bem menor que em Ciudad Del Este, devido a própria dinâmica econômica local, voltada para o entretenimento e nem tanto para o comercio.
Nas três fronteiras é notada a misturas de línguas e culturas, e principalmente de moeda (Pesos, Guaranis, Real e Dólar), mas do lado brasileiro é a que menos se falam outras línguas e não é aceito outra moeda correntemente que não seja o Real.
2 – Usina de Itaipu
No dia 18 de outubro, tivemos a oportunidade de visitar a maior hidrelétrica do mundo. Itaipu é mais uma das obras faraônicas construídas durante o Regime Militar brasileiro. O inicio de sua construção se deu em 1977, e entrou em funcionamento em 1982, mas só foi totalmente concluída em 2007.
Figura 8: Vertedouro da usina de Itaipu. Foto: Ricardo M. Venturelli - 18/10/2009
Esta usina só foi possível com o represamento do Rio Paraná, e consequentemente o alagamento de infinitos hectares de terras agricultáveis, o que acabou por tornar a construção mais dispendiosa, devido as indenizações pagas à época da construção.
Outro ponto que desapareceu com a construção desta usina, foi o Parque das 7 quedas, um destino turístico que rivalizava com as Cataratas do Iguaçu em turistas e beleza.
A vazão máxima é de 62, 2 mil m³ por segundo, ou seja, 40 vezes a vazão média das Cataratas do Iguaçu. Devido a esta característica, a represa demorou apenas 2 semanas para atingir a cota. Com uma profundidade de 196 metros, esta usina atende a normas de Direito internacionais, desde o seu planejamento até o seu funcionamento.
2.1 – A Geopolítica da Usina
Com uma estrutura binacional entre Brasil e Paraguay, a construção e a manutenção desta usina, contou primordialmente com recursos brasileiros, mas a divisão dos empregos e da energia produzida é divida por igual.
Itaipu foi chamada de “A bomba Atômica Brasileira”, pelo fato de que se em caso de algum acidente que provoque o rompimento da barragem, a Argentina seria fatalmente atingida, alagando as regiões mais populosas e produtivas deste país.
Dessa forma, através de acordos internacionais, foram construídas outras usinas hidrelétricas a montante no Rio Paraná, com o intuito de segurar a vazão do Rio Paraná, são elas Porto Primavera, Jupiá e Ilha Solteira.
Os royalties gerados com a usina são destinados a diversos programas de recuperação e preservação ambiental, também a instituições de ensino e pesquisa, além de algumas aldeias indígenas. Estes programas fazem parte de algumas medidas mitigatórias.
Figura 9: Entrada do Complexo Binacional de Itaipu. Foto: Ricardo M. Venturelli - 18/10/2009
Atualmente Itaipu se tornou um atrativo turístico obrigatório para que visitar Foz do Iguaçu, integrando-se ao roteiro das Cataratas e de compras. A visitação à usina reluz à um discurso da grandiosidade brasileira.
A geração de energia produzida em Itaipu é suficiente para abastecer 20% da demanda por energia no Brasil e 90% no Paraguay, sendo que neste ultimo, parte da energia produzida por Itaipu pertencente a este, é vendida ao Brasil.
Ultimamente alguns episódios de impasses no preço em que é comprado essa energia virou noticia, sendo negociado uma nova forma de pagamento entre ambos os países. Contudo, a energia gerada pelas turbinas paraguaias possuem amperagem diferente da produzida pelo Brasil, ou seja, no Paraguay este é de 60 Ampéres, e a do Brasil é de 50 Ampéres. Assim, é necessário transforma esta energia, por isso do sistema Furnas, onde é destinado e transformado a energia de Itaipu.
2.2 – Impactos Ambientais
É por demais sabido os inúmeros impactos ambientais causados pela construção da Usina de Itaipu. Dentre algumas medidas compensatórias, foi criado o Museu Ecológico de Itaipu, que traz algumas explanações sobre a vegetação e a fauna original da localidade.
Neste museu é possível observar um resgate histórico das trnasformações e impactos causados por Itaipu.
3 – Cataratas do Iguaçu
Ainda no dia 18 de outubro, fomos visitar as Cataratas do Iguaçu do lado argentino, assim, tivemos a oportunidade de conhecer o Parque Nacional Saltos Del Iguazú.
Figura 9: Cataratas do Iguaçu. Foto: Ricardo M. Venturelli - 18/10/2009
Com uma estrutura boa para a recepção dos turistas, com a presença de praças de alimentação, sanitários e boa sinalização, o acesso as quedas se torna prazeroso, ainda mais da mata preservada ao redor.
A clientela de turistas que visitam o parque são das mais variadas nacionalidades, sendo que o preço de acesso também é diferente de acordo com a residência dos visitantes.
3.1 – Paisagem
A paisagem de Mata Atlântica sofre inúmeras diferenças no trecho entre Londrina e as Cataratas do Iguaçu. A preservação da mata nas localidades se tornaram atrativos turísticos.
Na fronteira entre o Brasil e Argentina a preservação da vegetação original é de fato intensa, resguardando as Cataratas e o Rio Iguaçu, que devido ao fluxo de pessoas com finalidade diversa do que na fronteira com o Paraguay (turismo X comércio) a preservação vem a ser o foco econômico. A província biogeográfica paranaense é a única região da Argentina que possui vegetação tropical.
Apesar do intenso fluxo de turistas, os impactos ambientais são mínimos, devido a otimização para a construção das estruturas do parque.
Já na fronteira entre o Brasil e o Paraguay é notado a poluição do Rio Paraná nas proximidades da Ponte da Amizade, provavelmente pelas inúmeras favelas do lado paraguaio do rio.
Figura 10: Perfil Fitogeográfico, Geológico e Pluvimétrico do Paraná. Org.: Grupo 2
4 – Biogeografia
De acordo com o IPARDES (2009), o estado do Paraná apresenta 7 classes de cobertura vegetal, conforme descritas na figura 1.
Na região de Foz do Iguaçu (destaque no mapa 2), predomina a Floresta Estacional Semidecidual, que originalmente ocupava 37,6% da área do estado do Paraná. Atualmente esta formação está reduzida a fragmentos florestais, sendo o maior e mais significativo o Parque Nacional do Iguaçu, com mais de 185.000 de ha. Esta vegetação está condicionada pela exposição a dois tipos de climas: um tropical, com épocas de intensas chuvas de verão e estiagens acentuadas e outro subtropical, sem período seco, mas com seca fisiológica provocada pelo intenso frio de inverno. Por efeito desta dupla exposição a climas distintos, entre 20% e 50% das árvores perde as folhas durante o inverno. (MMA, 2009)
Com a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, 1.350 km2 de terras agricultáveis e de florestas foram inundadas. Em 1976, com a realização de um inventário florestal, foram identificadas mais de 900 espécies botânicas e coletadas amostras de toda a vegetação.
O Ecomuseu, parte do Complexo Turístico Itaipu, possui uma coleção botânica com exemplares de plantas desidratadas e amostras de madeiras, sementes e frutos cuja preservação é de fundamental importância para o estudo e a pesquisa da vegetação da região e uma coleção zoológica formada ao longo dos anos através da coleta de animais encontrados mortos na região e que vieram a óbito no Criadouro de Animais Silvestres da Itaipu. Este material é destinado ao ensino e pesquisa e é conservado através de taxidermia e outras técnicas.
No perfil fitogeográfico exposto no Ecomuseu, é possível observar animais da região do reservatório de Itaipu dispostos de acordo com a cadeia alimentar.
QUESTÕES DE BIOGEOGRAFIA – 2009
ECOMUSEU:
1. O que significa a palavra tupi-guarani IGUAÇU: água grande
2. O que significa a palavra tupi-guarani ITAIPU: pedra que canta
3. Em qual rio foi construída a Hidrelétrica de Itaipu: rio Paraná
4. O lago da Itaipu é de que tamanho? 1.350 km2
5. Qual o tamanho em km2 do município de Londrina? 1.651 km2
6. Mencionar 3 espécies da flora do Parque Nacional de Iguaçu: ipê amarelo, cedro, aroeira vermelha
7. Mencionar 3 espécies da fauna do Parque Nacional de Iguaçu: onça, quati, dourado
8. Qual a vazão média das Cataratas do Iguaçu? 1.600 m3/segundo
9. Como é denominada a Floresta onde se encontra o Parque Nacional de Iguaçu? Floresta Estacional Semidecidual
10. Observe uma transecção linear da Floresta do Parque Nacional de Iguaçu e faça uma foto explicativa ou um croqui.
No perfil, percebe-se que a vegetação da selva está organizada em estratos, onde as grandes árvores recebem o sol diretamente, devido ao seu porte, e o restante das plantas vive em diferentes níveis de sombra. A competição pela luz solar, essencial para o processo de fotossíntese, se traduz na largura das folhas das plantas: as que se localizam mais abaixo e recebem menos sol, desenvolvem folhas mais largas objetivando ter uma superfície maior de absorção e as mais altas tem uma superfície de absorção menor, por não terem que competir pelos raios de sol.
Em conjunto, esta vegetação forma uma série de camadas, cada uma delas habitada por uma fauna específica. A figura mostra as diferentes espécies de animais que compõem a comunidade faunística da região.
PARQUE NACIONAL IGUAZU:
1. Qual o nome da província biogeográfica em que se localiza o Parque Nacional Iguazu? Selva Paranaense
2. Qual o maior mamífero encontrado no Parque Nacional Iguazu? E sua área de ocorrência? Anta
3. O que significa as formas dendríticas na vegetação do Parque Nacional Iguazu que podemos observar nas imagens de satélites do Google? diferenças de vegetação relacionadas ao sistema de drenagem
4. Comentar sobre algum aspecto que você achou interessante observando o Museu do Parque Nacional Iguazu: através da observação dos instrumentos utilizados pelos índios que habitavam a região, é possível conhecer um pouco dos costumes e da história destes povos














Muito bem, rapazes!
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